Sobre Guilherme Carnicelli

Publicitário pela FAAP com especialização em Marketing e Vendas pela ESPM e MBA em Gestão Empresarial Estratégica pela USP. Com uma carreira construída como empreendedor e em empresas multinacionais, foi um dos responsáveis no Brasil pela estruturação e desenvolvimento de duas das maiores empresas de corretagem imobiliária no mundo a RE/MAX e a Coldwell Banker. Atualmente, trabalha como consultor no setor imobiliário e possui negócios nas áreas de consultoria e internet. É também autor do blog Guilherme Online e apresentador do programa Café Imobiliário.

10 Comentários



  1. BOM DIA.

    AQUI NO BRASIL SAO POUCAS AS FRANQUEADORA QUE FUNCIONA NEI EM TODAS AS REGIOES DO BRASIL AS COISAS FUNCIONA DO MESMO JEITO. COMO O NO RESTO DO MUNDO E ESSAS IMOBILIARIAS INTERNACIONAIS PENSAO QUE NO BRASIL AS COISAS SAO IGUAIS AO RESTO DO MUNDO E NAO SAO BEM ASSIM.
    A CENTURY21 EU FUI FRANQUEADO DELES SO PREJUIZO E GRANDE INVESTIMENTOS QUE TOMEI

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    1. Guilherme Carnicelli

      Adelino, a Century 21 é um exemplo do que o artigo fala, liderança é fundamental para o sucesso da marca. Infelizmente a marca naufragou em uma primeira investida, mas olha só, eles estão vivos e aposto contigo que você ainda vai ouvir falar muito de Century 21 no mercado brasileiro, pode demorar, mas essa é uma marca muito forte no mercado global e aqui não será diferente. Um abraço e obrigado pelo seu comentário.

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  2. Guilherme, tudo bem.

    Concordo com suas palavras, mais na minha opinião o problema estão nas pessoas, começando por cima até o final da pirâmide, a quebra de paradigmas é o maior obstáculos para essas redes. Digo isso pois passei e vivo esse mercado de redes imobiliárias.

    Falta capacitação junto com a qualificação das pessoas.

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    1. Guilherme Carnicelli

      Jamesson obrigado pelo seu comentário. Concordo, os problemas estão nas pessoas e sempre será assim, empresas são feitas de gente e o mercado imobiliário não é uma exceção, é aí que reside o nosso desafio. A capacitação é parte da evolução do mercado, assim como as redes. Um abraço!

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  3. Alexandre Mikalauskas

    Boa Guilherme. Muito precisa sua análise e compartilho do entendimento. Já surgiram no passado experiências como uma franquia “IMOBILIÁRIA SOL”, um subproduto de uma gigante do ramo. Fiz parte de uma das lojas e vi que a coisa não alavancava, até que a rede foi extinta em dois ou três anos. Hoje está claro que embora houvesse a intenção, a rede omobiliâria no Brasil era na época “embrionária” e a idéia pereceu pois fora de seu tempo. Todos aprendemos e hoje entendemos os porquês. Ótimo artigo.

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    1. Guilherme Carnicelli

      Valeu Alexandre pela comentário, de fato a SOL estava muito a frente do seu tempo e foi um projeto da Fernandez Mera que não evoluiu, talvez nos dias de hoje o projeto teria avançado.

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  4. Alexandre Mikalauskas

    Apenas complementando, observo que o conceito de “redes” que possibilitam o compartilhamento de trabalho e do resultado depende da confiança dos operadores laborativos que são os corretores.
    Aí esbarramos numa questão de fim, que é o resultado de toda estruturação tecnológica, que é a comissão, ou seja o dinheiro e junto a ela está o visceral impulso que o corretor detém em resguardar para sí informações que poderão levá-lo a efetivar o negócio sem o risco de ser “passado para trás” .
    Essa necessidade de autopreservação está dentro de cada um de nós, e não é diferente na área da corretagem imobiliária, aliás, esta sensação é maior por ser essencial e historicamente competitiva e excludente.
    Lembro de há muitos anos trabalhar em uma extinta incorporadora e os corretores de lançamento achavam estranho o fato do bloco de visitas de interessados conter 5 vias; Uma para o cliente atendido, outra para o corretor, outra Gerente, Administrativo e a ultima Diretoria. Jamais houve uma explicação clara dos trâmites que estas copias fariam e o destino das informações, claro que a falta de informações claras para os corretores que estavam ali disponibilizando seu tempo e necessidades, havia uma clara intenção da empresa em deter para si estas informações e trabalhá-las internamente, ás escuras. Embora particularmente não acreditasse nisso, a falta de transparência do processo levava os corretores a desacreditarem nas boas intenções da Incorporadora.
    Esta falta de confiança deriva da falta de transparência na minha ótica, perniciosa e desagregadora.
    Hoje, passados muitos anos, ouvi de um amigo que gerencia uma unidade de uma grande marca imobiliária em São Paulo (Franqueadora) que ocorrem situações de perdimento de negócios por cadastro incompleto ou com contato adulterado propositalmente pelo corretor captador do imóvel, que para não dividir o comissionamento, ou manter para si a informação de contato, “sabota” o informe no sistema da empresa. São casos específicos, mas revelam resquícios de um mercado canibalizado e desconfiado.
    Realmente a qualidade das informações melhorou muito com o desenvolvimento de ferramentas que trazem transparência para os que trabalham com vendas dentro das redes, mas é um exercício diário que deve ser repetido e melhorado pelos desenvolvedores e empresários, para trazer segurança e confiança para quem opera com seu suor os desafios do dia-a dia, os nossos amigos corretores.

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  5. Muito bom seu texto Guilherme Carnicelli, creio que o trabalho em rede é um caminho sem volta. Com pouco mais de uma semana atuando em uma unidade de uma grande rede, obtive conhecimentos que 2 anos de mercado imobiliário ainda não haviam me proporcionado, e olha que procuro estar sempre antenado.

    Edmar Junior (Parlare)
    http://blogdoedmarjunior.com.br

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